19 jul 2016

A IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA NO SETOR DE VAREJO

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Atender com excelência às demandas de clientes, contornar aspectos sazonais, de espaço e mão de obra significa aprimorar o processo de vendas. Paralelamente, é imprescindível reduzir despesas e otimizar rotinas, pois só assim é possível navegar em meio às crises econômicas que abalam o mercado de varejo e manter a competitividade. Para que tais objetivos sejam atingidos, porém, é preciso entender os avanços tecnológicos como poderosos aliados para implementar e agilizar os trâmites do departamento comercial.

É o caso da utilização de modelos nos quais o próprio consumidor registra e efetua o pagamento sobre o que comprou. No Brasil, o autoatendimento é parte da nossa realidade e já há familiaridade com sua tecnologia. Terminais em bancos, estacionamentos inteligentes e até mesmo pontos automatizados de venda de livros em estações de metrô realizam as operações de forma simples e ágil. Já nos EUA e Europa é comum, também, o modelo de caixa no qual o próprio cliente registra e paga por suas compras em estabelecimentos como supermercados, por exemplo.

Evidentemente, em nosso país esse tipo de inovação levanta algumas questões. Uma delas é a segurança; mas trata-se de um temor infundado, já que esses terminais normalmente contam com um profissional capacitado por perto para dissipar qualquer dúvida ou resolver eventuais problemas – além de possuírem câmeras controladas remotamente. E, assim, os clientes se sentem mais seguros.

Finalmente, é importante ressaltar que o receio quanto ao desemprego que tal tecnologia pode causar é infundado. Afinal, esses sistemas necessitam de funcionários para operá-los – e isso representa aos colaboradores oportunidades para obter novos conhecimentos que podem levar à ascensão profissional. Além disso, sob o ponto de vista econômico e administrativo, é muito melhor para uma empresa investir em quem já esteja familiarizado com seu ramo de atividade e cultura corporativa. Ou seja: é vantajoso para os dois lados.

Sem Tecnologia, Sem Varejo

Alguns paradoxos são inevitáveis. Mas a verdade é que crises econômicas e políticas levam a grandes oportunidades, já que exigem o máximo de criatividade para garantir a competitividade no setor de varejo. Como no velho ditado, “a necessidade é a mãe da invenção” porque períodos inusitados exigem respostas criativas e ajustadas às circunstâncias. Surgem, então, ideias e a disposição para levá-las adiante, muitas vezes por meio de reinvenção total – e da ruptura em relação às maneiras pelas quais os processos e operações são realizados.

E que ninguém se engane: investimentos em tecnologia são vitais para o varejo. O relacionamento com os clientes está em constante evolução, e é influenciado diretamente por novos sistemas como a própria automação comercial – que monitora o desempenho das operações – e as plataformas de e-commerce. Além disso, com o objetivo de aumentar a assertividade das vendas, a análise do comportamento de clientes já é feita por meio da interação proporcionada por aplicativos e redes sociais. Houve, assim, uma mudança completa impulsionada pela inovação tecnológica – e as empresas que não se adaptarem aos novos tempos certamente colocarão sua sobrevivência em xeque.


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